domingo, 11 de setembro de 2016

Bruce Lipton: “RECONHEÇA O SEU PODER COM TODA A HUMILDADE”


 O segredo para manter a sanidade em um mundo insano é entender e manter o relacionamento com a realidade. E a realidade da qual estamos falando não é a realidade absurda da TV, mas aquela que conecta tudo e todos.
Como humanos, não temos poderes divinos, mas temos poderes humanos. Entender a extensão e as limitações do próprio poder e agir de acordo com ele é o segredo para manter a sanidade individual e contribuir para um mundo mais são.
O programa para um futuro feliz está em nós. Precisamos apenas ativá-los por meio de nossa consciência e de nossos atos. Os pecados de que nos arrependemos tanto, são apenas erros. Temos que escolher novas respostas, mesmo que algumas delas talvez sejam vistas como erros ou becos sem saída, elas nos levarão na direção do nosso “eu”.
Curar o mundo é uma atitude que precisa vir de dentro pra fora. Tudo que fazemos individualmente para ser mais coerentes se reflete no campo como ondas na superfície de uma lagoa.
Amor gera amor. Quem semeia colhe.
Pessoas coerentes e compassivas, não têm a necessidade de dominar as outras, muito pelo contrário. Estimulam a cooperação em vez da competição. Por que? Porque um mundo harmonioso deveria ser o maior interesse de todos.
Para aqueles que já estão envolvidos pelo crescimento pessoal, é hora de aplicar esses conhecimentos e sabedoria para o bem do mundo como um todo. Chegou a hora de deixar pra trás as limitações. Não faz mais sentido ter uma vida equilibrada em um mundo desequilibrado.
Se os físicos estiverem certos, a única coisa de que temos certeza, é a incerteza. A realidade não acontece se não a fazemos acontecer. Em outras palavras, a melhor maneira de aceitar a incerteza do mundo é cultivando a certeza em nossos corações.


Trecho de Evolução Espontânea – Bruce Lipton 

domingo, 21 de agosto de 2016

Crianças também fazem Microfisioterapia



Este modo de tratamento é especial em mensurações e permite o terapeuta reunir informações sobre mal funcionamento dos tecidos ou órgãos. 
As palpações específicas da técnica são utilizadas em crianças de qualquer idade, permitindo, depois de identificado a causa primária, equilibrar áreas que estão hiperestimuladas ou hipoestimuladas restabelecendo um melhor funcionamento.
Trago informações de algumas pesquisas em microfisioterapia, para melhor entendimento:
  • Em 2002, Fontinoy A. e Kennes C. trabalharam com crianças com dificuldades de comunicação e tiveram um resultado de 52% em média de melhoras.
  • Em 2003 Lawrence Calderara realizou uma pesquisa com recém-nascidos que sofriam com regurgitação e a média de melhora foi de 68%.
  • Em 2004 Emmanuelle Lagier trabalhou com crianças e adolescentes com enurese (crianças que urinam na cama) e 2 semanas após 46% dos pacientes melhoraram.
  • Em 2004-2005 Lawrence Calderara realizou uma pesquisa com 274 crianças com alterações variadas (sono, comportamento, digestão...) obtendo resultados de 58% a 94% de resultados positivos.
O corpo tem memória e parece armazenar informações de modo holográfico. Por isso uma diversidade de mapas são utilizados durante os atendimentos de microfisioterapia, assim como variadas formas de palpações podem ser utilizadas pelo fisioterapeuta.
Nas últimas duas décadas, a nova ciência da psiconeuroimunlogia nos ofereceu um grande entendimento da interação do corpo e da mente.
Isso significa que uma criança sofre por conflitos como adultos através de sua percepção de criança, mas não conseguem se expressar verbalmente sobre o quanto determinadas situações podem ser estressantes. Pode ser a mudança de casa ou a chegada de um irmão, talvez um castigo não merecido ou até uma separação... Acabam formando cicatrizes que mudam a confiança, comunicação, aprendizagem assim como podem provocar sintomas físicos, como dores ou mal funcionamento de uma víscera, ex.: constipação, síndrome de chron, dores de cabeça...
Por mais que as situações de estresse vividas desencadeiam reações, existem ainda vários outros motivos que podem levar a alterações celulares, que vão desde quedas, traumas físicos, cirurgias, contaminações ao excesso do uso de medicamentos;
Nem todos os acontecimentos perturbadores alteraram o bom funcionamento, tudo dependerá da intensidade em que foi vivido. Em alguns casos, nosso organismo consegue resolver tudo sem gerar sintomas, em outros uma sobrecarga surgirá.
Por isso a importância de considerar os sintomas dos pequenos, nenhum sintoma acontece por acaso.

Dra. Luana Frasson

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

"Achei que tivesse superado isso"



Tem coisas em nossas vidas que parecem tão longe, tão bem guardadas, que parecem insignificantes.
Por vezes escuto: “Ah, sim! Mas isso faz muito tempo, já quase nem lembrava” e justamente esse fato bem “guardado” é o que dá início a algum sintoma e, em alguns casos, até mudanças de comportamento.
Uma questão importante a lembrar é: Não importa como você está vendo isso agora, com a maturidade que você tem, ou após conseguir encontrar o lado bom da situação. O que importa para um conflito biológico é: como você vivenciou essa experiência naquele momento.
E partir dai fica claro uma sequência de sintomas físicos ou emocionais.
A maior parte de nossas reações e ações sucedem espontaneamente e sem que possamos refletir. E quando percebemos, está tudo alterado – eu já não durmo bem, me sinto ansioso, minhas costas doem...
E agora estamos aqui, falando de memórias!
Uma memória de trauma (físico, emocional, tóxico...) é uma informação a respeito de um caso que ficou armazenado no sistema nervoso quase que em sua forma original.
Imagens, pensamentos, sons, cheiros, emoções, sensações físicas, sentimento que instantaneamente se desenvolveram no contexto da situação (como “meu mundo desabou”) estão todos estocados em uma rede neural.
Quando, através de micropalpações, conseguimos acessar no corpo onde essas memórias estão concentradas e qual o sintoma que isso carrega, tudo faz sentido. Não é a toa que alguém aumenta de peso ou tem sintomas de fibromialgia, é necessário que algo tenha alterado o bom funcionamento do organismo.
Utilizando as técnicas de Microfisioterapia e Leitura Biológica é possível acessar as áreas de sobrecarga ou de mal funcionamento e entender como uma situação vivida pode desencadear tudo isso. E claro, superar o que for necessário!

domingo, 17 de julho de 2016

Em busca da harmonia: menos estresse, por favor!


 Sintomas de ansiedade e estresse tem se manifestado cada vez com mais frequência nos dias de hoje. Assim como sintomas da tireoide, sobrepeso, fadiga crônica e sinais de esgotamento.
O estresse faz parte da história do ser humano e não é uma doença, como se imagina. É, ao contrário, uma reação natural do organismo a uma situação perigosa – real ou imaginária – ou resultado da tensão cumulativa que encontramos no dia a dia.
Entre outros, causado por:
* Lesões físicas: Fraturas, quedas, acidentes, cicatrizes cirúrgicas, excesso de frio ou calor;
* Substâncias químicas: álcool, nicotina, transgênicos, agrotóxicos, medicamentos;
* Poluição eletromagnética: Aparelhos de micro-ondas, celulares, antenas de rádio;
* Conflitos biológicos: agressões, separações, morte, medo de abandono, entre outros;
* Hábitos emocionais (de outras situações pré-existentes) como raiva, culpa, medo, remorso.
Ou seja, todas as pessoas que sofrem da síndrome de ansiedade, estresse ou qualquer doença, viveram uma experiência desagradável e inesperada, pode ser uma crise importante, como um divórcio, a morte de um ente querido, um abalo no emprego ou na carreira, outro acontecimento emocional traumático ou outro tipo de lesão.
Com o tempo algumas situações acabam sobrecarregando e enfraquecendo as glândulas suprarrenais (responsável por equilibrar o nível de estresse do corpo). Deste modo entendemos como o esgotamento adrenal está envolvido com sintomas de estresse e ansiedade – acompanhado de outras possíveis alterações hormonais.
Enquanto o corpo puder restaurar a homeostase ou o equilíbrio natural, uma doença grave não ocorre e os níveis hormonais permanecem razoavelmente adequados.
Já quando um evento não é suportado e a capacidade de resolver e eliminar uma situação é comprometida, ocorrem alterações, enfraquecendo o sistema imunológico e reduzindo a vitalidade tecidual, instalando “doenças”.
Sendo a doença uma a reação do corpo a situações da vida, a fadiga excessiva é o esgotamento autoinduzido pela sobrecarga sofrida pelo corpo. E as doenças se manifestam nos órgãos ou sistemas mais fortemente associados a esse estresse específico. Nada é por acaso, os tecidos/órgãos afetados estão diretamente ligados com as fragilidades de cada indivíduo, a percepção e a função biológica de cada tecido.
Todos sofremos em algum nível as consequências de emoções e comportamentos negativos. Toda doença e, em última análise, o medo, a ansiedade, o ressentimento, a raiva, a culpa e a depressão bloqueiam a saúde vital de nossas células.
Pesquisas mostram que 8 em cada 10 medicamentos receitados, servem para tratar de problemas diretamente relacionados ao estresse: antidepressivos, ansiolíticos, pílulas para dormir, para hipertensão arterial, antiácidos para gastrites, entre outros.
E os pesquisadores também nos fazem lembrar que, embora a mente consciente processe cerca de 400 bits de informações por segundo, a mente subconsciente processa mais de 11 milhões de bits de informações por segundo. As informações contidas no nosso subconsciente, portanto, podem se sobrepor às melhores intenções conscientes.
O movimento da saúde integral enfatiza a importância dos aspectos emocionais ao bem-estar geral. Nós somos resultados das inter-relações físicas e emocionais, podemos ativar o efeito de homeostase (equilíbrio) por meio de autoconhecimento, autorresponsabilidade e quando necessário auxilio de terapias que liberam a base emocional de uma doença orgânica.
Aprender com as próprias queixas promove desenvolvimento do bem-estar.

Dra. Luana Frasson Avila

terça-feira, 24 de maio de 2016

Você é aquilo que acredita ser.


Nesse caso, a primeira pergunta é: “O que você pensa que é?” Sua percepção de si está completa e faz sentido pra você?
Você vive sua vida de acordo com tudo aquilo que você acredita. E você acredita em tudo aquilo que lhe foi ensinado. Na infância somos inocentes e acreditamos em tudo que nossos pais e os adultos dizem; concordamos e a informação é armazenada em nossa memória.
Em nossos relacionamentos acreditamos no que os outros dizem que somos, passamos a ter convicção disso.
As pessoas com quem vivemos dão suas opiniões: o que é bom e o que é ruim, o que é certo e o que é errado, o que é feio e o que é bonito. Como um computador, fazemos um download de tudo isso para a nossa cabeça.
Então como você usa as palavras ao se descrever? Quando você se olha no espelho, gosta do que vê ou julga seu corpo e quem você é? Será que esses julgamentos são verdadeiros?
Cada julgamento é só uma opinião.
Tudo que você pensa sobre si mesmo, tudo em que você crê, é por ter aprendido isso. E será que tudo isso é verdade?
Quando você estiver pronto para mudar de vida, quando estiver pronto para mudar suas crenças, o mais importante é a consciência. É necessário ter consciência do que se deseja mudar.
Depois disso, a prática é que fará a diferença, porque você pode ter consciência, mas isso não significa que sua vida mudará. A mudança é resultado de ação; é o resultado da prática.
A transformação sempre começa por você. Você tem coragem de ser totalmente honesto consigo mesmo? Você tem coragem de ver suas próprias superstições e mentiras? Você tem coragem para repensar quem você acredita ser, ou será que existem feridas demais?
Talvez você esteja pensando “não sei”, mas se leu até aqui é porque está aceitando o desafio.
Seja verdadeiro com você!
Dra. Luana Frasson
Texto baseado no livro de Don Miguel Ruiz.

Constipação intestinal e depressão


Muitas alterações do sistema emocional estão diretamente envolvidas com o intestino e a depressão é um clássico exemplo disso.
Nosso intestino tem ligação direta com regiões cerebrais responsáveis pela autoconsciência, processamento de emoções, moral, sensação de medo, memória e motivação. Resumindo, pensamos com o intestino!
Como vocês já sabem, o intestino é a maior superfície de captação do nosso corpo, capta mais informações do que olhos, orelhas, nariz ou pele, então quando passamos a vida com um conflito mal resolvido, ativam-se nervos que bloqueiam nossa digestão, fazendo não apenas com que retiremos menos energia dos alimentos, mas também retendo o máximo de líquido possível, e, assim, nosso intestino vive em sobrecarga e com diminuição da produção de seratonina.
Sabendo que uma situação vivida na fase fetal, infância ou até adolescência diminui a seretonina (95% desse hormônio é produzido nas células intestinais), levando à diversas complicações gastrointestinais e emocionais, entendemos porque algumas pessoas têm fortes sintomas de depressão mesmo quando não estão nos seus piores dias.
É comum encontrar situações vividas onde é necessário levar a vida mesmo com problemas mal resolvidos, com mágoas, onde não foi possível perdoar alguém que nos fez mal (“perdoo tudo, menos isso”), onde é necessário “aguentar” mesmo que não consiga digerir, em alguns casos há envolvimentos com perdas financeiras na família e até faltas importantes que foram vividas no início da vida ou pelos antepassados (falaremos mais sobre a importância dos nossos antepassados em outro momento).
Muitas vezes essa situação conflituosa não está ao nosso alcance à nível consciente. Por isso algumas terapias auxiliam a entender o que fez com que nosso corpo reagisse dessa maneira, trabalhando as raízes emocionais dessas vivências. Pois antidepressivos, assim como muitos medicamentos, após consumo prolongado, tornam-se nocivos ao funcionamento adequado do sistema gastrointestinal.
Nossas feridas não são apenas físicas, não são com medicamentos para melhorar o bom humor que nosso intestino melhorará. É preciso buscar a origem, já que nosso corpo físico apenas reflete o que vivemos de forma emocional e é impossível separar um do outro.
Isso acontece porque nosso cérebro intestinal possui os mesmos receptores nervosos do nosso cérebro mental, intestino e cérebro trabalham juntos.
Pessoas com outras alterações intestinais, como doença de Crohn, colite ulcerativa, síndrome do intestino irritável – entre outras, também passaram por situações conflituosas, consequentemente, apresentam alto índice de ansiedade e/ou depressão.
O intestino saudável é base para o bem-estar.

Dra. Luana Frasson Avila

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

ESCOLHEMOS NOSSA PRÓPRIA REALIDADE


Se podemos escolher, então por que a minha realidade, não é a que eu gostaria?
Porque nós afastamos nossos desejos por inseguranças antigas, sem perceber.
Nossas maiores crenças vem das nossas vivências e criam nossa percepção do mundo. As experiências vividas desde a vida gestacional, nascimento e infância, por mais longe que pareçam dos dias atuais, nos levam sempre aos mesmos medos, impotências e podem nos fazer repetir alguns comportamentos sem que consigamos perceber.
São esses medos, inseguranças ou impotências vividos em momentos passados que criam realidades sabotadoras em nosso subconsciente, atraindo a realidade indesejada.
A mente consciente é a mais criativa e a que gera “pensamentos positivos”. Mas isso não é o suficiente, já que a mente subconsciente é um depósito de reações e de respostas a estímulos derivados dos instintos e das experiências pregressas.
Se a realidade é um espelho do que projetamos, então precisamos entender quais são os medos que nos fazem reagir assim.

Quais são seus pensamentos?
Do que você tem medo?

São informações que farão a diferença na sua realidade.
Pensamentos influenciam diretamente a maneira como o cérebro controla o funcionamento do corpo. São os pensamentos que ativam ou inibem as proteínas de funcionamento das células.
Nem sempre nos damos conta que comportamentos e pensamentos tem relação direta com a história de vida de cada um. E mais, que os medos e inseguranças de cada um, são base dos sintomas e/ou doenças que podem se desenvolver.

Podemos sempre lembrar do que dizia Mahatma Gandhi:
“Suas crenças se tormam seus pensamentos.
Seus pensamentos se tornam suas palavras.
Suas palavras se tornam suas ações.
Suas ações se tornam seus hábitos.
Seus hábitos se tornam seus valores.
Seus valores se tornam seu destino.”

Desejo boas escolhas!
Dra. Luana Frasson Avila