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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

"Achei que tivesse superado isso"



Tem coisas em nossas vidas que parecem tão longe, tão bem guardadas, que parecem insignificantes.
Por vezes escuto: “Ah, sim! Mas isso faz muito tempo, já quase nem lembrava” e justamente esse fato bem “guardado” é o que dá início a algum sintoma e, em alguns casos, até mudanças de comportamento.
Uma questão importante a lembrar é: Não importa como você está vendo isso agora, com a maturidade que você tem, ou após conseguir encontrar o lado bom da situação. O que importa para um conflito biológico é: como você vivenciou essa experiência naquele momento.
E partir dai fica claro uma sequência de sintomas físicos ou emocionais.
A maior parte de nossas reações e ações sucedem espontaneamente e sem que possamos refletir. E quando percebemos, está tudo alterado – eu já não durmo bem, me sinto ansioso, minhas costas doem...
E agora estamos aqui, falando de memórias!
Uma memória de trauma (físico, emocional, tóxico...) é uma informação a respeito de um caso que ficou armazenado no sistema nervoso quase que em sua forma original.
Imagens, pensamentos, sons, cheiros, emoções, sensações físicas, sentimento que instantaneamente se desenvolveram no contexto da situação (como “meu mundo desabou”) estão todos estocados em uma rede neural.
Quando, através de micropalpações, conseguimos acessar no corpo onde essas memórias estão concentradas e qual o sintoma que isso carrega, tudo faz sentido. Não é a toa que alguém aumenta de peso ou tem sintomas de fibromialgia, é necessário que algo tenha alterado o bom funcionamento do organismo.
Utilizando as técnicas de Microfisioterapia e Leitura Biológica é possível acessar as áreas de sobrecarga ou de mal funcionamento e entender como uma situação vivida pode desencadear tudo isso. E claro, superar o que for necessário!

domingo, 17 de julho de 2016

Em busca da harmonia: menos estresse, por favor!


 Sintomas de ansiedade e estresse tem se manifestado cada vez com mais frequência nos dias de hoje. Assim como sintomas da tireoide, sobrepeso, fadiga crônica e sinais de esgotamento.
O estresse faz parte da história do ser humano e não é uma doença, como se imagina. É, ao contrário, uma reação natural do organismo a uma situação perigosa – real ou imaginária – ou resultado da tensão cumulativa que encontramos no dia a dia.
Entre outros, causado por:
* Lesões físicas: Fraturas, quedas, acidentes, cicatrizes cirúrgicas, excesso de frio ou calor;
* Substâncias químicas: álcool, nicotina, transgênicos, agrotóxicos, medicamentos;
* Poluição eletromagnética: Aparelhos de micro-ondas, celulares, antenas de rádio;
* Conflitos biológicos: agressões, separações, morte, medo de abandono, entre outros;
* Hábitos emocionais (de outras situações pré-existentes) como raiva, culpa, medo, remorso.
Ou seja, todas as pessoas que sofrem da síndrome de ansiedade, estresse ou qualquer doença, viveram uma experiência desagradável e inesperada, pode ser uma crise importante, como um divórcio, a morte de um ente querido, um abalo no emprego ou na carreira, outro acontecimento emocional traumático ou outro tipo de lesão.
Com o tempo algumas situações acabam sobrecarregando e enfraquecendo as glândulas suprarrenais (responsável por equilibrar o nível de estresse do corpo). Deste modo entendemos como o esgotamento adrenal está envolvido com sintomas de estresse e ansiedade – acompanhado de outras possíveis alterações hormonais.
Enquanto o corpo puder restaurar a homeostase ou o equilíbrio natural, uma doença grave não ocorre e os níveis hormonais permanecem razoavelmente adequados.
Já quando um evento não é suportado e a capacidade de resolver e eliminar uma situação é comprometida, ocorrem alterações, enfraquecendo o sistema imunológico e reduzindo a vitalidade tecidual, instalando “doenças”.
Sendo a doença uma a reação do corpo a situações da vida, a fadiga excessiva é o esgotamento autoinduzido pela sobrecarga sofrida pelo corpo. E as doenças se manifestam nos órgãos ou sistemas mais fortemente associados a esse estresse específico. Nada é por acaso, os tecidos/órgãos afetados estão diretamente ligados com as fragilidades de cada indivíduo, a percepção e a função biológica de cada tecido.
Todos sofremos em algum nível as consequências de emoções e comportamentos negativos. Toda doença e, em última análise, o medo, a ansiedade, o ressentimento, a raiva, a culpa e a depressão bloqueiam a saúde vital de nossas células.
Pesquisas mostram que 8 em cada 10 medicamentos receitados, servem para tratar de problemas diretamente relacionados ao estresse: antidepressivos, ansiolíticos, pílulas para dormir, para hipertensão arterial, antiácidos para gastrites, entre outros.
E os pesquisadores também nos fazem lembrar que, embora a mente consciente processe cerca de 400 bits de informações por segundo, a mente subconsciente processa mais de 11 milhões de bits de informações por segundo. As informações contidas no nosso subconsciente, portanto, podem se sobrepor às melhores intenções conscientes.
O movimento da saúde integral enfatiza a importância dos aspectos emocionais ao bem-estar geral. Nós somos resultados das inter-relações físicas e emocionais, podemos ativar o efeito de homeostase (equilíbrio) por meio de autoconhecimento, autorresponsabilidade e quando necessário auxilio de terapias que liberam a base emocional de uma doença orgânica.
Aprender com as próprias queixas promove desenvolvimento do bem-estar.

Dra. Luana Frasson Avila

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

MICROFISIOTERAPIA E MEMÓRIAS




A microfisioterapia tem como base a auto-cura, a cicatriz patogênica, a correção homeopática e a micropalpação. Cada um desses princípios tem uma extensa explicação.
Mas como é possível identificar memórias através da micropalpação?
Quando vivenciamos uma situação de agressão, estresse emocional, problemas de relacionamento, frustrações, lesões traumáticas ou até mesmo intoxicações, ocorre a diminuição ou perda de vitalidade no tecido celular, que acaba alterando o bom funcionamento do organismo, gerando os sintomas.
Essas informações ficam armazenadas no cérebro límbico, e através de micropalpações é possível identificar quais pontos estão com a vitalidade do tecido comprometida, dessa forma acessamos as emoções pelo corpo, através das memórias celulares. Pois o cérebro límbico ou emocional, está diretamente ligado ao corpo, ao inconsciente, ao mundo interior e preocupado com a sobrevivência.
Todo sintoma começa a partir de um momento estressante: Seja um estresse físico (quedas, acidentes), emocional (separação, morte, brigas, medo de perder alguém) ou por uma sobrecarga de toxinas (excesso de medicamentos, bebidas alcoólicas, drogas, grande quantidade de exames) e esses sintomas podem estar ativos (gerando disfunções ou doenças) ou latentes (sem sintomas aparentes).
Cada indivíduo interpreta de uma forma os acontecimentos que vivência, de acordo com suas vivências pregressas e percepções, por isso um mesmo acontecimento pode gerar sintomas diferentes para cada pessoa.
Passado algum tempo, semanas, meses, anos e até décadas, esses acontecimentos estressantes ainda podem estar gerando sintomas, mesmo que a lembrança do fato não seja permanente, pois nosso corpo nos priva de ficar lembrando a todo momento de situações desagradáveis, mas como para o corpo isso não foi de fato resolvido, ele continua a sofrer.
Todo sintoma, disfunção e/ou “doença” tem um sentido biológico, foi a forma que o corpo encontrou para tentar se libertar do evento que desencadeou o estresse/trauma. Em diversas situações o corpo é capaz de eliminar e resolver sozinho experiências estressantes do dia-a-dia. Mas algumas são mais fortes e passa a ser necessário uma intervenção que auxilie o corpo a entrar em processo de auto-cura.
A partir do momento que entendemos porque o processo de disfunção está acontecendo, auxiliamos o organismo a se regenerar. Então o papel da microfisioterapia é identificar as cicatrizes patológicas que estão gerando sintomas e estimular o corpo para que ele entre em processo de autocorreção.
“O cérebro pode esquecer, mas o coração sempre lembra” (Paul Pearsall phd)

Dra. Luana Frasson Avila