terça-feira, 24 de maio de 2016

Você é aquilo que acredita ser.


Nesse caso, a primeira pergunta é: “O que você pensa que é?” Sua percepção de si está completa e faz sentido pra você?
Você vive sua vida de acordo com tudo aquilo que você acredita. E você acredita em tudo aquilo que lhe foi ensinado. Na infância somos inocentes e acreditamos em tudo que nossos pais e os adultos dizem; concordamos e a informação é armazenada em nossa memória.
Em nossos relacionamentos acreditamos no que os outros dizem que somos, passamos a ter convicção disso.
As pessoas com quem vivemos dão suas opiniões: o que é bom e o que é ruim, o que é certo e o que é errado, o que é feio e o que é bonito. Como um computador, fazemos um download de tudo isso para a nossa cabeça.
Então como você usa as palavras ao se descrever? Quando você se olha no espelho, gosta do que vê ou julga seu corpo e quem você é? Será que esses julgamentos são verdadeiros?
Cada julgamento é só uma opinião.
Tudo que você pensa sobre si mesmo, tudo em que você crê, é por ter aprendido isso. E será que tudo isso é verdade?
Quando você estiver pronto para mudar de vida, quando estiver pronto para mudar suas crenças, o mais importante é a consciência. É necessário ter consciência do que se deseja mudar.
Depois disso, a prática é que fará a diferença, porque você pode ter consciência, mas isso não significa que sua vida mudará. A mudança é resultado de ação; é o resultado da prática.
A transformação sempre começa por você. Você tem coragem de ser totalmente honesto consigo mesmo? Você tem coragem de ver suas próprias superstições e mentiras? Você tem coragem para repensar quem você acredita ser, ou será que existem feridas demais?
Talvez você esteja pensando “não sei”, mas se leu até aqui é porque está aceitando o desafio.
Seja verdadeiro com você!
Dra. Luana Frasson
Texto baseado no livro de Don Miguel Ruiz.

Constipação intestinal e depressão


Muitas alterações do sistema emocional estão diretamente envolvidas com o intestino e a depressão é um clássico exemplo disso.
Nosso intestino tem ligação direta com regiões cerebrais responsáveis pela autoconsciência, processamento de emoções, moral, sensação de medo, memória e motivação. Resumindo, pensamos com o intestino!
Como vocês já sabem, o intestino é a maior superfície de captação do nosso corpo, capta mais informações do que olhos, orelhas, nariz ou pele, então quando passamos a vida com um conflito mal resolvido, ativam-se nervos que bloqueiam nossa digestão, fazendo não apenas com que retiremos menos energia dos alimentos, mas também retendo o máximo de líquido possível, e, assim, nosso intestino vive em sobrecarga e com diminuição da produção de seratonina.
Sabendo que uma situação vivida na fase fetal, infância ou até adolescência diminui a seretonina (95% desse hormônio é produzido nas células intestinais), levando à diversas complicações gastrointestinais e emocionais, entendemos porque algumas pessoas têm fortes sintomas de depressão mesmo quando não estão nos seus piores dias.
É comum encontrar situações vividas onde é necessário levar a vida mesmo com problemas mal resolvidos, com mágoas, onde não foi possível perdoar alguém que nos fez mal (“perdoo tudo, menos isso”), onde é necessário “aguentar” mesmo que não consiga digerir, em alguns casos há envolvimentos com perdas financeiras na família e até faltas importantes que foram vividas no início da vida ou pelos antepassados (falaremos mais sobre a importância dos nossos antepassados em outro momento).
Muitas vezes essa situação conflituosa não está ao nosso alcance à nível consciente. Por isso algumas terapias auxiliam a entender o que fez com que nosso corpo reagisse dessa maneira, trabalhando as raízes emocionais dessas vivências. Pois antidepressivos, assim como muitos medicamentos, após consumo prolongado, tornam-se nocivos ao funcionamento adequado do sistema gastrointestinal.
Nossas feridas não são apenas físicas, não são com medicamentos para melhorar o bom humor que nosso intestino melhorará. É preciso buscar a origem, já que nosso corpo físico apenas reflete o que vivemos de forma emocional e é impossível separar um do outro.
Isso acontece porque nosso cérebro intestinal possui os mesmos receptores nervosos do nosso cérebro mental, intestino e cérebro trabalham juntos.
Pessoas com outras alterações intestinais, como doença de Crohn, colite ulcerativa, síndrome do intestino irritável – entre outras, também passaram por situações conflituosas, consequentemente, apresentam alto índice de ansiedade e/ou depressão.
O intestino saudável é base para o bem-estar.

Dra. Luana Frasson Avila

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

ESCOLHEMOS NOSSA PRÓPRIA REALIDADE


Se podemos escolher, então por que a minha realidade, não é a que eu gostaria?
Porque nós afastamos nossos desejos por inseguranças antigas, sem perceber.
Nossas maiores crenças vem das nossas vivências e criam nossa percepção do mundo. As experiências vividas desde a vida gestacional, nascimento e infância, por mais longe que pareçam dos dias atuais, nos levam sempre aos mesmos medos, impotências e podem nos fazer repetir alguns comportamentos sem que consigamos perceber.
São esses medos, inseguranças ou impotências vividos em momentos passados que criam realidades sabotadoras em nosso subconsciente, atraindo a realidade indesejada.
A mente consciente é a mais criativa e a que gera “pensamentos positivos”. Mas isso não é o suficiente, já que a mente subconsciente é um depósito de reações e de respostas a estímulos derivados dos instintos e das experiências pregressas.
Se a realidade é um espelho do que projetamos, então precisamos entender quais são os medos que nos fazem reagir assim.

Quais são seus pensamentos?
Do que você tem medo?

São informações que farão a diferença na sua realidade.
Pensamentos influenciam diretamente a maneira como o cérebro controla o funcionamento do corpo. São os pensamentos que ativam ou inibem as proteínas de funcionamento das células.
Nem sempre nos damos conta que comportamentos e pensamentos tem relação direta com a história de vida de cada um. E mais, que os medos e inseguranças de cada um, são base dos sintomas e/ou doenças que podem se desenvolver.

Podemos sempre lembrar do que dizia Mahatma Gandhi:
“Suas crenças se tormam seus pensamentos.
Seus pensamentos se tornam suas palavras.
Suas palavras se tornam suas ações.
Suas ações se tornam seus hábitos.
Seus hábitos se tornam seus valores.
Seus valores se tornam seu destino.”

Desejo boas escolhas!
Dra. Luana Frasson Avila

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

MICROFISIOTERAPIA E MEMÓRIAS




A microfisioterapia tem como base a auto-cura, a cicatriz patogênica, a correção homeopática e a micropalpação. Cada um desses princípios tem uma extensa explicação.
Mas como é possível identificar memórias através da micropalpação?
Quando vivenciamos uma situação de agressão, estresse emocional, problemas de relacionamento, frustrações, lesões traumáticas ou até mesmo intoxicações, ocorre a diminuição ou perda de vitalidade no tecido celular, que acaba alterando o bom funcionamento do organismo, gerando os sintomas.
Essas informações ficam armazenadas no cérebro límbico, e através de micropalpações é possível identificar quais pontos estão com a vitalidade do tecido comprometida, dessa forma acessamos as emoções pelo corpo, através das memórias celulares. Pois o cérebro límbico ou emocional, está diretamente ligado ao corpo, ao inconsciente, ao mundo interior e preocupado com a sobrevivência.
Todo sintoma começa a partir de um momento estressante: Seja um estresse físico (quedas, acidentes), emocional (separação, morte, brigas, medo de perder alguém) ou por uma sobrecarga de toxinas (excesso de medicamentos, bebidas alcoólicas, drogas, grande quantidade de exames) e esses sintomas podem estar ativos (gerando disfunções ou doenças) ou latentes (sem sintomas aparentes).
Cada indivíduo interpreta de uma forma os acontecimentos que vivência, de acordo com suas vivências pregressas e percepções, por isso um mesmo acontecimento pode gerar sintomas diferentes para cada pessoa.
Passado algum tempo, semanas, meses, anos e até décadas, esses acontecimentos estressantes ainda podem estar gerando sintomas, mesmo que a lembrança do fato não seja permanente, pois nosso corpo nos priva de ficar lembrando a todo momento de situações desagradáveis, mas como para o corpo isso não foi de fato resolvido, ele continua a sofrer.
Todo sintoma, disfunção e/ou “doença” tem um sentido biológico, foi a forma que o corpo encontrou para tentar se libertar do evento que desencadeou o estresse/trauma. Em diversas situações o corpo é capaz de eliminar e resolver sozinho experiências estressantes do dia-a-dia. Mas algumas são mais fortes e passa a ser necessário uma intervenção que auxilie o corpo a entrar em processo de auto-cura.
A partir do momento que entendemos porque o processo de disfunção está acontecendo, auxiliamos o organismo a se regenerar. Então o papel da microfisioterapia é identificar as cicatrizes patológicas que estão gerando sintomas e estimular o corpo para que ele entre em processo de autocorreção.
“O cérebro pode esquecer, mas o coração sempre lembra” (Paul Pearsall phd)

Dra. Luana Frasson Avila


MICROFISIOTERAPIA



É uma técnica de terapia manual que visa tratar a causa da doença e não apenas seu sintoma. Capaz de identificar tecidos que perderam sua função e vitalidade normal após eventos agressores ao organismo, promovendo a normalização e a regulação das regiões corporais afetadas.
Desenvolvida na França em 1983 pelos fisioterapeutas e osteopatas Daniel Grosjean e Patrice Benini,  a Microfisioterapia se baseia nos estudos da embriologia, filogênese e ontogênese. Com essas informações desenvolveram mapas corporais e gestos manuais específicos e suaves que permitem identificar marcas de eventos não eliminados pelo organismo, que dão as origens aos sintomas. A estimulação dessas zonas possibilita o início da autocorreção do organismo.
A técnica se baseia na descoberta de que todos os tecidos do corpo, do epitelial ao nervoso, guardam a memória dos traumas físicos, tóxicos, ambientais, químicos e psíquicos que sofreram em qualquer fase da vida, da vida fetal até hoje. A partir dessas inscrições no corpo, pode-se reencontrar e datar os acontecimentos que iniciaram o processo de desorganização do tecido ou do órgão, provocando o desenvolvimento de doenças. Esse diagnóstico é feito por meio de micropalpações no corpo, seguindo mapas desenvolvidos pelos criadores da técnica.
A Microfisioterapia é indicada para qualquer pessoa, independente da patologia ou idade. Possui caráter preventivo, curativo e complementar a outros tratamentos.
Indicações:
  • Traumas emocionais – ansiedade – depressão – Transtorno bipolar – Fobias;
  • Distúrbios hormonais
  • Distúrbios do sono
  • Dores crônicas
  • Enxaquecas
  • Alergias
  • Estimulação do sistema Imunológico
  • Identificação da causa primária de um sintoma ou de uma doença
  • Promoção da saúde
  • Prevenção de doenças

Mais informações: www.soleterapiasepilates.com.br